Close Menu
  • Home
  • Nova Odessa
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Colunas
  • Receitas
  • Rede
  • Contatos
Últimas notícias

Em baixa, Parlamento RMC vem a Americana esta sexta (6)

5 de novembro de 2026

CRAS de Nova Odessa promove ‘Quinta Especial’ com atividades físicas e lazer para a Melhor Idade

4 de novembro de 2026

Vereador cita cassação de prefeito em impasse sobre projetos da oposição em Nova Odessa

4 de novembro de 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Revista Nova OdessaRevista Nova Odessa
  • Home
  • Nova Odessa
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Colunas
  • Receitas
  • Rede
  • Contatos
Facebook
Brasil

Mulheres têm dupla maternidade reconhecida depois de inseminação caseira

4 de junho de 2026
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) reconheceu a dupla maternidade socioafetiva de um casal de mulheres que teve um bebê concebido por intermédio de inseminação caseira.

A criança nasceu depois de o casal fazer uma inseminação caseira com material biológico “previamente coletado e utilizado pelos envolvidos”. A 2ª Vara da Família da comarca de Joinville compreendeu que a autora da ação participou do planejamento familiar, acompanhou o pré-natal, esteve presente no parto e dividiu os cuidados com a criança.

Com o reconhecimento da Justiça, foi incluído o nome da mãe socioafetiva e dos avós socioafetivos no registro de nascimento da criança, sem exclusão das informações da mãe biológica.

“Segundo a sentença, o estudo psicossocial apontou que ela exerce, em conjunto com sua companheira, as funções maternas, sendo responsável pelos cuidados, educação e assistência material e afetiva da criança, além de possuir reconhecimento social como mãe”, diz TJSC. Inseminação caseira Conforme a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a inseminação caseira é normalmente feita entre pessoas leigas e em ambientes domésticos e hotéis, ou seja, fora dos serviços de saúde e sem assistência de um profissional.

“Do ponto de vista biológico, o principal risco para as mulheres é a possiblidade de transmissão de doenças graves que poderão afetar a saúde da mãe e do bebê. Isso se dá devido à introdução no corpo da mulher de um material biológico sem triagem clínica ou social, que avalia os comportamentos de risco, viagens a áreas endêmicas e doenças pré-existentes no doador, bem como a ausência de triagem laboratorial para agentes infecciosos, como HIV, Hepatites B e C, Zika vírus e outros”, aponta a Anvisa. No Brasil, é proibido todo tipo de comercialização de material biológico humano conforme com o art. 199 da Constituição Federal de 1988. Toda doação de substâncias ou partes do corpo humanos, tais como sangue, órgãos, tecidos, assim como o esperma, deve ser realizada de forma voluntária e altruísta.

Com informações Metropoles

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email

Notícias relacionadas

Sem cargo em 2027, vice de Flávio tem foco na Prefeitura de Maceió em 2028

4 de novembro de 2026

PF inaugura laboratório para combater garimpo ilegal na Amazônia

3 de novembro de 2026

Polícia investiga acidente com asa-delta que deixou dois mortos no Rio

3 de novembro de 2026
Últimas notícias

Em baixa, Parlamento RMC vem a Americana esta sexta (6)

5 de novembro de 2026

CRAS de Nova Odessa promove ‘Quinta Especial’ com atividades físicas e lazer para a Melhor Idade

4 de novembro de 2026

Vereador cita cassação de prefeito em impasse sobre projetos da oposição em Nova Odessa

4 de novembro de 2026

Neblina marca manhã de retorno do feriado

3 de novembro de 2026
Moscay
Facebook
  • Home
  • Nova Odessa
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Colunas
  • Receitas
  • Rede
  • Contatos
2026 Revista Nova Odessa - Portal de notícias em Nova Odessa.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.