Close Menu
Revista Nova Odessa
  • Home
  • Nova Odessa
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Colunas
  • Receitas
  • Rede
  • Contatos
Últimas notícias

Nova Odessa com 39 vagas de emprego hoje, veja destaques

19 de abril de 2026

Nova Odessa informa funcionamento de serviços na 2ª e terça (feriado)

18 de abril de 2026

Deputado destina recursos para fortalecer a saúde em municípios da região de Araçatuba

18 de abril de 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Revista Nova Odessa
  • Home
  • Nova Odessa
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Colunas
  • Receitas
  • Rede
  • Contatos
Facebook
Revista Nova Odessa
Brasil

Avanços tecnológicos como a IA cooperam com a preservação do Brasil

18 de agosto de 2025
avancos-tecnologicos-como-a-ia-cooperam-com-a-preservacao-do-brasil
Avanços tecnológicos como a IA cooperam com a preservação do Brasil
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Hoje é difícil falar em qualquer tipo de negócio sem ter atenção às novas tecnologias, em especial a inteligência artificial (IA). No que se trata dos planos de conservação ambiental, empreendedorismo verde e outros exemplos da área de preservação do meio ambiente, não é diferente. Conforme a Fundação Certi, que desde 1999 conta com um braço de atuação exclusivo para a Amazônia, a IA tem um papel importante neste cenário.

O número de startups com o olhar para a área cresceu sete vezes desde 2018 e chegou a 700 iniciativas. Até 2027, a estimativa da fundação é ultrapassar mil startups nos vários segmentos da bioeconomia, principalmente na aplicação de inteligência artificial no monitoramento do manejo sustentável do açaí.

Carbono Xingu

Dentro da Amazônia, a área do Xingu vem sendo uma área de desenvolvimento e aplicação de novas tecnologias em ações de “economia verde”. A começar de uma parceria entre SLC Agrícola, Agro Penido, Agrorobótica e Embrapa Instrumentação, foi lançado no primeiro semestre de 2025 o programa Carbono Xingu, utilizando tecnologia da Nasa.

Unindo o potencial da IA e o conceito de agricultura regenerativa, o programa pretende a transformar grandes propriedades rurais em usinas de sequestro de carbono, inicialmente monitorando uma área de 8,9 mil hectares.

O sistema, que foi desenvolvido do zero, usa espectrometria a laser – mesma tecnologia que a Nasa aplica em missões como a do robô Curiosity, em Marte – para colher informações sobre carbono e fertilidade do solo, podendo verificar mais de mil amostras diariamente.

As informações são armazenadas em nuvem, avaliadas através da inteligência artificial em segundos e transformadas em laudos que direcionam o manejo do solo, incentivando o uso de técnicas de plantio direto e bioinsumos. Com isso, as fazendas conseguirão gerar créditos de carbono certificados para negociação no mercado voluntário.

Assim, o próprio solo das propriedades vira ativo ambiental, além do aumento de produtividade com um ambiente mais saudável, e coopera para alcançar o objetivo de emissão líquida zero de carbono.

Muvuca

Atuando na mesma área desde 2007, a Rede de Sementes do Xingu aproveita a evolução tecnológica de formas diferentes. Sendo responsável por, até o final do ano passado, colher e distribuir mais de 390 toneladas de 220 espécies diferentes que viabilizaram a restauração de quase 11 mil hectares de área degradada.

“Tem muitos coletores que desenvolvem máquinas de beneficiamento das sementes, o que ajuda no trabalho. E temos as tecnologias de comunicação que ajudam o nosso trabalho a ser mais conhecido, facilitando a sistematização de dados, também com a organização de dados de clientes compradores”, pontua Lia Rezende, coordenadora de comunicação da Rede de Sementes Xingu.

“Acredito que a gente pode pensar também em uma evolução tecnológica da muvuca enquanto técnica”, acrescenta.

A muvuca é uma técnica de restauração florestal que utiliza uma grande mistura de sementes para recuperar regiões. São reunidas diversas espécies com várias funções para o meio ambiente, com o objetivo de acelerar a restauração da biodiversidade.

“Quanto mais estudos e mais experiências práticas, mais se aprende sobre espécies, a germinação, técnicas sobretudo para o território específico em que aquilo vai acontecer. Durante esse período, os coletores foram descobrindo como beneficiar a semente de forma mais rápida”, destaca Lia.

Desde 2019, a própria rede passou a trabalhar em uma frente técnica de restauração ecológica, promovendo a recuperação de por volta de 60 hectares no Xingu.

Ao todo, a comercialização das sementes já rendeu mais de R$ 8 milhões aos grupos coletores compostos por povos indígenas, agricultores familiares e comunidades urbanas localizadas tanto na Amazônia como no Cerrado do Mato Grosso.

Com informações Metropoles

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email

Notícias relacionadas

Dívidas, segurança e saúde: o que pode decidir voto no mês de outubro

20 de abril de 2026

Compra do Master através do BRB: PF tem 1 mês para entregar inquérito ao STF

19 de abril de 2026

Incêndio atinge histórico Edifício Touring, no centro do Rio

18 de abril de 2026
Últimas notícias

Nova Odessa com 39 vagas de emprego hoje, veja destaques

19 de abril de 2026

Nova Odessa informa funcionamento de serviços na 2ª e terça (feriado)

18 de abril de 2026

Deputado destina recursos para fortalecer a saúde em municípios da região de Araçatuba

18 de abril de 2026

TV TODODIA flagra seriema caminhando calmamente pelas ruas de Nova Odessa

16 de abril de 2026
Anuncie conosco!
Facebook
  • Home
  • Nova Odessa
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Colunas
  • Receitas
  • Rede
  • Contatos
2026 Revista Nova Odessa - Portal de notícias em Nova Odessa.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.